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Coleta seletiva: 5 soluções no mercado que você precisa conhecer

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Existe sempre espaço para inovar no mercado, seja onde for, e no de coleta seletiva não seria diferente. Nem sempre coleta seletiva tradicional traz resultados, então negócios surgem para resolver o problema.

 

Seja público ou privado, vários projetos ou serviços inovadores surgem no mundo, agilizando o processo de coleta ou tornando mais eficiente seu transporte.

 

Por isso, prossiga com a leitura do artigo e veja 5 soluções inovadoras no mercado de coleta seletiva que você precisa conhecer. Observe como inovações sustentáveis vieram para ficar.

 

5 soluções no mercado de coleta seletiva

 

  1. Ecozinha: um case emblemático

 

No começo do ano, uma lei foi aprovada no Distrito Federal, que transferia a responsabilidade sobre destinação dos resíduos produzidos para os estabelecimentos comerciais. E isso envolvia restaurantes e bares.

 

Para não sair da lei, alguns restaurantes criaram uma logística compartilhada, que servia até para resíduos orgânicos.

 

Nesse modelo, caçambas e coletores foram instalados para separação do lixo reciclável em cada um dos restaurantes, todos sendo recolhidos pelo Sistema de Limpeza Urbana. Com exceção do vidro, que uma ONG transportava.

 

E no caso do lixo orgânico, os restaurantes criaram um projeto de compostagem, alugando um pátio para destinar os restos de alimento. O adubo gerado seria destinado aos agricultores da região. E logo voltava como comida.

 

  1. Scanners ópticos: a coleta seletiva no lixo de Nova Iorque

 

Imagine o processo habitual de resíduo sendo levado por caminhões e depositados em um galpão aberto. Em uma esteira automatizada, os resíduos são transportados para a parte interna da usina.

 

E esses resíduos são segregados em diferentes processos, para separar os diferentes resíduos um do outro. Vidro, metal e outros tipos são separados, e é nisso que surge a novidade.

 

O scanner óptico funciona fotografando várias vezes em 1 segundo o mesmo ponto da esteira, identificando cada tipo de material que está passando ali. No final da esteira há 200 saídas de ar.

 

Como eles funcionam? As saídas de ar são acionadas e o material é soprado para fora da esteira e recolhido. Os outros caem e seguem adiante.

 

Cada scanner pode ser reconfigurado para reconhecer um tipo diferente de material. Se um tipo passa a ter mais valor comercial, facilmente é incluído no reconhecimento. Eficiente sob o ponto de vista operacional e comercial.

 

  1. Coleta seletiva de lixo à vácuo: um sucesso sueco

 

Desenvolvido em Estocolmo, capital da Suécia, o sistema de recolhimento à vácuo do lixo funciona da seguinte maneira: lixeiras conectadas a uma rede de tubos, por onde é encaminhado o resíduo para local de descarte adequado.

 

E conta com um detalhe: quando a lixeira está cheia, um sensor emite sinal para que o lixo seja sugado a uma velocidade de 70 km/h. Quando chegam na central, os lixos são separados e enviados para reciclagem ou incineração.

 

E é um caso de sucesso: redução da poluição atmosférica e uma economia de 40% nos gastos com serviço de coleta.

 

  1. Plástico como mochila: você usa o que você come

 Tecnologia desenvolvida pela empresa americana TerraCycle, e feita para reutilizar o plástico tipo Bopp, ou polipropileno biorientado. Para os mais chegados, é a embalagem de salgadinhos e café.

 

Funciona da seguinte maneira: a tecnologia reaproveita esse tipo de plástico em produtos como mochilas ou até mesmo para-choques.

 

E a PepsiCo, fabricante dos produtos Elma Chips, entrou nessa e desenvolveu produtos 100% reciclados com esse material. E olha que legal: só é preciso 675 embalagens de salgadinhos para produzir cada mochila ou para-choque.

 

  1. Tecnologia de Plasma: separando o alumínio do plástico

 

Uma parceria Tetra Pak do Brasil, Alcoa, Klabin e TSL Ambiental, o projeto de plasma foi feito para separar alumínio e plástico da embalagem.

 

Com o objetivo de aumentar o volume de reciclagem de materiais do tipo longa vida, o modelo Plasma usa energia elétrica para formar um jato. Esse jato aquece os dois materiais em 15 mil graus Celsius e dessa forma:

 

  • Plástico vira parafina;

 

  • Alumínio volta a sua forma original.

 

Produto canarinho, a primeira unidade foi capaz de processar cerca de 8 mil toneladas de alumínio e plástico por ano. Isso é equivalente a 32 mil toneladas de embalagens longa vida por ano!

 

 

Por isso, a sensação que fica é que o mercado de coleta seletiva abre espaço para os mais diferentes tipos de inovação. Seja no tratamento do lixo, no transporte dele ou na separação de resíduos. É ver além de forma positiva.

 

A Stack-Cup colabora com a coleta seletiva, sendo ativa nesse mercado com o seu sistema de depósitos e copo retornável em eventos. Quer saber mais sobre nosso papel? Nos envie mensagens pelo facebook!

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